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FLAMENGO – ATAQUE POSICIONAL + BLOCO ALTO (X SPORT)

No que pode ser considerada uma das melhores partidas do Flamengo sobre o comando de Domenec Torrent, o time rubro-negro bateu o Sport por 3-0 e evidenciou a qualidade do Flamengo, mesmo com ausências devido ao COVID-19 em produzir situações a partir dos lados do campo. Com Arão, Thiago Maia e Diego; Gérson, Bruno Henrique e Pedro compondo meio e ataque, o Flamengo trabalhou fixações e ultrapassagens pelos corredores e muita qualidade em definir jogadas por dentro, objetivo final de Dome.

Ademais, sufocou o Sport suficientemente para reduzir a atuação adversária a 36% de posse e apenas 1 finalização, além de pouquíssimas situações de organização efetiva.

Ataque Posicional

A exemplo do que já havia sido visto contra o Independiente Del Valle, Barcelona-EQU e outras várias equipes ao longo da temporada, Torrent opta por ir a campo em 4-3-3 que em organização ofensiva se efetivará em um 2-3-5 abrindo o campo a partir da amplitude de Bruno Henrique pela esquerda e Isla pela direita. Gérson e Diego, por sua vez fixam a defesa adversária por dentro, a fim de liberar os extremos para a profundidade em 1×1 e Filipe Luís, Thiago Maia e Arão na base da jogada.

Nesse modelo destaca-se essencial a participação de Gérson que inicia os ataques pisando a linha lateral e a medida que o time progride centraliza o jogo e, consigo, atrai o adversário para zonas centrais. Filipe Luís também tem um papel importante por apoiar desde a saída de bola (que se fez na maior parte do jogo em 3+4) e participar em etapa ofensiva, oferecendo fixações e controle do jogo por dentro, mas também mantendo a amplitude quando o ataque parte da direita e Bruno Henrique afunila para finalizar (a exemplo do primeiro gol).

Em etapa de iniciação não foi raro fez Dome optar por dar sustentação a saída mantendo Isla em uma linha mais baixa, orientando Arão a auxiliar Natan e Rodrigo Caio e, por vezes, Diego baixando a linha central.

Pressão a saída adversária

Buscando controlar os rumos da partida, o Flamengo opta por realizar uma pressão desde o tiro de meta adversária reduzindo o espaço de iniciação para o adversário. Diferente do que foi visto de forma falha contra o IDV em que o Flamengo marcou em 4-1-4-1 pressionando mal e cedendo espaços as costas dos meias que subiam para pressionar os centrais, Dome opta por um 4-3-1-2, modelo também visto com Sampaoli no Atlético-MG, apesar de algumas mudanças. Pedro e Diego pressionam os centrais enquanto Maia sobe e encaixa no volante para impedir uma saída limpa. Bruno Henrique e Gérson encaixam nos laterais e Arão fica em vigilância as costas de Maia, como é possível ver no vídeo abaixo:

Destacado da Partida – Pedro (1997)

Pedro é onde todas as jogadas do Flamengo costumam terminar. De reserva de Gabriel Barbosa a atacante que levanta dúvidas sobre a escalação contra o Rei das Américas. O centroavante ex-Fluminense protaganiza o ataque rubro-negro com alta capacidade de conclusão dentro da área e bom senso de posicionamento, entregando a amplitude necessária para que dominem o campo adversário. Com 2 gols em apenas 3 finalizações (a outra com grande defesa de Luan Polli), Pedro fica marcado por marcar 6 gols nas últimas 5 partidas disputadas (incluindo dois jogos pela Libertadores).

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