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INFORME SEMANAL – COPA LIBERTADORES (OCTAVOS – VUELTA)

BENTO (ATHLETICO PARANAENSE) VS RIVER

El portero brasileño nacido en 1999 dejó una actuación muy sobresaliente en Buenos Aires. Ocho paradas fundamentales para directamente evitar goles en su portería. Ha sido clave con su buena colocación bajo los palos, tapadas sin dejar rebote y exhibiendo buenos reflejos ante disparos rápidos a quemarropa. Llegó a balones complicados y la única manera de romper el cero fue vía penalti (tras rebote en el poste). En el inicio de juego mostró una patada potente que lograba pasar constantemente la línea divisoria intentando activar a los de arriba mediante el juego aéreo, aunque en este pase no concretó una precisión idónea pero si potencia en el pase de muchísimos metros. Además dejó dos buenos achiques fuera del área en las cuales cortó progresión argentina. 

SERGIO ROCHET (NACIONAL) VS IND. DEL VALLE

En un partido que Nacional venció por penales, con Emiliano Martínez marcando el tanto definitorio, la actuación de Sergio Rochet fue milagrosa y hasta se llegó a pensar que en vez de un portero había un santo. Fue la única justificación que se puede encontrar en un trámite de 180 minutos para que Nacional haya alcanzado los penales tras ser dominado durante todo el duelo.

A nivel técnico es un portero de ágiles reflejos y también de potente estirada, con la misma demostrando ser muy educada ya que no presenta diferencias de comodidad al hacerlo hacia su derecha o hacia su izquierda, o mismo por dejar caer primero sus brazos que el resto del cuerpo. Todo precedido de un excelente posicionamiento corporal.

Al mismo tiempo es un arquero que presenta una velocidad de reacción para recomponerse tras realizar una parada, pero que en la técnica de blocaje presenta defectos para controlar el balón. Lo hace en dos o en tres tiempos, aunque lo positivo es que si el remate viene fuerte despeja el balón a una dirección poco comprometedora.

GABRIEL VERÓN (PALMEIRAS) VS DELFÍN

Posicionado como um interior pela direita ao longo de toda a partida no 3-1-5-1/3-2-5 de Abel Ferreira, Gabriel Veron foi o grande destaque da partida, não apenas pelos dois gols, mas por sua plasticidade, criatividade, capacidade de contornar situações adversas e muita verticalidade. O camisa 27 teve Gabriel Menino e Mayke como companheiros em amplitude pela direita ao longo do jogo e partia geralmente de posições mais abertas buscando o centro em velocidade. A maior parte de seus passes buscaram acelerar os contra-golpes e com isso entregou 4 passes para finalização e duas chances claras de gol, sendo apenas 1 convertida. Seu bom senso de posicionamento, seja em posições mais baixas de frente para o gol buscando um companheiro mais bem posicionado, seja na profundidade, Veron foi a principal peça de agressividade de Abel Ferreira e, ainda que atuando em zonas mais povoadas e pressionadas conseguiu uma taxa de 91% de passes. Incrível exibição que poderia ter tido números ainda melhores caso seus companheiros tivessem melhor concluído suas criações.

DANILO (PALMEIRAS) VS DELFÍN

Outro grande expoente das categorias de base do Palmeiras destacado no confronto contra o Delfin foi Danilo, que exerceu duas funções distintas ao longo do jogo: majoritariamente um volante de saída na base da jogada, segue em 3-1-5-1, seja no 3-2-5 de Abel Ferreira; mas também um interior, em posições mais avançadas quando Zé Rafael (substituto de Patrick de Paula) ingressou na partida e passou a participar mais ativamente da saída de bola. O camisa 28 se notabilizou mais uma vez pela agilidade em tomada de decisões, característica essencial para jogadores que trabalham em espaço curto e, principalmente, a postura corporal para ditar o ritmo do jogo. Orientando o domínio com o pé mais distante e flexionando os joelhos para realizar o giro que o permita ficar de frente para a jogada, Danilo conseguiu entregar verticalidade e velocidade as construções palmeirenses. Ademais, são destacáveis suas 8 bolas longas corretas ao longo do jogo, inclusive com uma bola incrível que originaria um gol de Veron. Em seus momentos mais avançados ainda pode participar mais próximo da área com 3 finalizações, com um gol nos minutos finais.

GABRIEL ARIAS (RACING CLUB) VS FLAMENGO

Em um grande confronto decidido nos detalhes, Gabriel Arias fez com os detalhes favorecessem a sua equipe. Ainda que tenha sido mais agredido do que Diego Alves, se destacou com inúmeros defesas em difíceis condições ao longo da partida. Sem ser um goleiro que se destaca pela criatividade, compensou ao longo dos 90 minutos no Maracanã. Foram 3 defesas cruciais dentro da área (contra Vitinho por duas vezes e contra Bruno Henrique de cabeça) além de defender o pênalti de Willian Arão que garantiu ao Racing a classificação para as quartas de final da Libertadores. Vale destacar ainda as boas intervenções em lances de escanteio (ainda que o gol sofrido tenha sido desta forma), na grande oportunidade de Isla aos 77 minutos e no posicionamento ao fechar o ângulo de Vitinho na chance mais clara de gol do Flamengo aos 44 minutos.

VITINHO (FLAMENGO) VS RACING

Ainda que tenha perdido ao menos 2 grandes chances neste confronto contra o Racing e tenha sido enquadrado como o grande responsável pela falta de gols do Flamengo, Vitinho teve destaque na partida pela grande participação ofensiva, rápida capacidade de raciocínio e criatividade. Certamente não se destaca pela conclusão ao perder uma grande oportunidade logo nos primeiros minutos e uma ao final do primeiro tempo, mas vale não sermos reducionistas ao resultado do jogo para percebermos o papel do camisa 11.

Mesmo sendo o jogador, em teoria, mais avançado no 3-2-5 de Rogério Ceni, Vitinho entregou bastante mobilidade no confronto de volta pela Libertadores, buscando se associar lateralmente, gerando triangulações e linhas de passe, além de flutuar em profundidade ao longo da partida. Com isso, pode receber a bola em condição favorável, seja para com poucos toques encontrar o companheiro fora de pressão, seja para fugir da pressão com um drible curto. Neste quesito, muito se destacou pela criatividade o que o permitiu somar 5 dribles completos e 2 passes decisivos, ainda que nem todos acarretassem em grandes chances de perigo ao Racing. Quando foi necessário criou suas próprias chances, mas certamente um ponto de atenção é sua qualidade de conclusões: foram 6 finalizações, sendo 2 grandes chances perdidas.

MARTIN SILVA (LIBERTAD) VS WILSTERMANN

En un partido que vio a Libertad queriendo ejecutar un plan muy marcado de replegar en altura media-baja, sin presionar los primeros pases de Jorge Wilstermann con la idea de forzar pérdidas y desplegarse en transición, quien hizo más méritos para llevarse la victoria fue el equipo boliviano.

El bloque guaraní consiguió tramos muy cortos de solidez defensiva y eso derivó en que la figura acabará siendo su portero el experimentado Martín Silva registrando 7 paradas en 90 minutos.

Aprovechando su gran envergadura, Silva se mostró dominante para descolgar balones aéreos que iban al área, de despejar balones a media altura dirigidos a su portería, y también de controlar la espalda de su zaga con eficacia a la hora de mandar en el área grande.

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